02/06/16 por Christh Teixeira

O que faz uma empresa funcionar são as pessoas. Elas que ligam o botão de uma máquina, fecham uma venda e administram as linhas de uma planilha. Por isso, há quem diga que o capital humano é o maior ativo de uma companhia.

Na hora de decidir o planejamento anual, porém, a cadeia de prioridades tende a colocar o investimento em pessoas lá embaixo. É uma hipocrisia, não? Dizer que a equipe é mais do que fundamental na teoria, e na prática, ser o contrário.

Quando o discurso não é vivenciado, cria uma instabilidade na relação entre a marca e o colaborador que é desnecessária. O funcionário pode vir a questionar as escolhas organizacionais, e deixar esse conflito pessoal influenciar o comportamento cotidiano dele, da equipe, e da companhia.

É um desvirtuamento de percepção que afeta características ideais como produtividade, engajamento e inovação. E, por consequência, o desempenho como um todo. “Os resultados vêm através das pessoas, e não apesar delas".

É o que afirma o diretor-executivo (CEO) do Great Place To Work® Brasil, Ruy Shiozawa, em entrevista ao jornalista Milton Young da CBN. Durante o programa “Mundo Corporativo”, Ruy falou sobre o modelo de gestão de empresas que cultivam ótimos lugares para trabalhar no Brasil e no mundo.

São companhias que transformam o departamento de Recursos Humanos como parte fundamental da estratégia, fazendo a gestão de competências. E relacionam com os indicadores de negócio, para justificar suas ações.

Querendo ou não, são empresas que apresentam uma visão de mercado mais humanista, que se preocupam com o desenvolvimento de todos os colaboradores. Com o bem-estar pessoal, familiar e profissional deles.

E que afetam pontos importantes como rotatividade, atratividade, satisfação de clientes e os resultados financeiros. Assista, e acompanhe o bate-papo:

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